quarta-feira, 1 de abril de 2015

REGÊNCIA DA IMPERMANÊNCIA

Adentrando a janela um presente alado,
atado por um laço todo feito de embaraço.
Vinha sob uma chuva brincalhona,
escorregadia e sorrateira.
Num raio de sol vermelho...
Vermelho!
Vermelho como um rio de cores.
Vermelho como cor e ação de amores.
Ele pousou e repousou em mim.
Ele, o voante inigualável.
Vai! Ficando!
Enquanto a impermanência deixar...

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