sábado, 26 de setembro de 2015

CURANDO

Eu sinto dores inexplicáveis que parecem não saber dizer adeus.
Há deus?
Há dores, dissabores,
grotescas palavras que avassalam a estabilidade,
falsa estabilidade.

Eu não quero ter pressa,
nem quero ter inveja do vento que passa sem olhar pra trás.
Eu quero ter coragem pra continuar acreditando na inconstância das coisas...

A vida segue me garantindo que tudo passa.
Inclusive ela.
Inclusive eu.

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