"Amores" estranhos, anunciados,
ditos, mas não praticados.
Videntes de apenas uma lente limitadora
que torna ilimitada a dor.
Não!
Não ao corte do fluxo poético.
Não aos pesos desnecessários,
salário bem pago aos que gostam de covas em vida...
Que venham os paradoxos e dúvidas
e a vida incompleta de tão boa,
mas não interrompa o fluxo poético.
Enquanto o medo dadivoso se espalha sem precisão,
pensa qual o mal maior:
Morrer afogado em "segurança" ou nunca voar?
Morrer não mata ninguém,
mas por aqui tem que ter respeito e afeto pra caminhar.
Se deixar, a poesia segue salvando dos extremos
e aniquilando tudo o que não é loucura.
O que é real?
Descubra nunca lá no sinal dos ventos.
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