Saudade é tão clichê,
talvez por ser tão humano saudade ter.
Mas há dias em que não tenho saudade,
eu sou a saudade,
eu sou só esse aperto
que por mais que eu ignore,
bate na minha alma e grita o quanto eu quero te ver.
Mas ando impaciente com apertos,
ando impaciente com ausência de reciprocidade.
Fica aí,
eu cá.
Saudade sempre dá,
mas eu já aprendi a ressuscitar.
Cheia de orgulho! Um poema grita, outro sussurra, outro abraça e eu viajo a cada palavra. Linda!
ResponderExcluirVocê me inspira!
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