Não sei, pois quem eu sou está por fazer.
Diariamente me escrevo e inscrevo na vida.
Algumas vezes ela me aceita como quero,
noutras, me sugere reparos.
Eu não paro,
pois só reparo quando ando.
E reparando bem, retorno,
ela sorri, talvez veja poesia em mim...
Me aceita lapidando, mas nunca me expulsa
e me puxa para a renovação,
vê que aqui dança um coração
que bombeia tinta de escrever amor.
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